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07/10
Representantes da Cotrisoja visitam sede da Monsanto no EUA

Representantes da Cotrisoja visitam sede da Monsanto no EUA

De 10 a 18 de setembro, o Presidente do Conselho de Administração da Cotrisoja Adriano Borghetti e o Coordenador do Departamento Agrícola Gustavo Bonato integraram o grupo Monsanto RS em uma visita à sede da multinacional nos Estados Unidos.

Acompanhe abaixo a descrição de Gustavo sobre a viagem.

“Na primeira parte da viagem fomos ao sudeste do estado de Idaho, para visitar a unidade fabril da Monsanto, no município de Soda Springs. O estado está localizado em uma região de montanhas rochosas, com índices pluviométricos baixíssimos, em algumas localidades chegando a 250 mm de chuva em um ano.
Visitamos as instalações de mineração e processamento de fosfato. O minério de fosfato é extraído do solo e através de processos químicos e físicos é transformado em elemento puro. Este produto é utilizado como matéria prima para a produção dos herbicidas a base de glifosato, da marca Roundup. Os subprodutos resultantes do processamento do minério fosfatado, são utilizados em diversas aplicações, como fabricação de retardadores de fogo, agentes fermentantes, fluídos de aviação, bebidas carbonadas, entre outras.

O glifosato é um dos herbicidas mais usados no mundo, com um histórico de 40 anos de uso seguro em mais de 160 países, sendo produzido e comercializado por diversas empresas. Só no Brasil, mais de 50 empresas possuem registro para a comercialização do glifosato.

A segurança dos nossos produtos é uma prioridade da Monsanto. Todos os usos de produtos registrados à base de glifosato são seguros para a saúde e o meio ambiente, o que é comprovado por um dos maiores bancos de dados científicos já compilados sobre um produto agrícola. Para estar no mercado, todo herbicida à base de glifosato precisa atender padrões rigorosos determinados por autoridades regulatórias, visando proteger a saúde humana, animal e o meio ambiente.
O glifosato é um dos herbicidas mais usados no mundo, com um histórico de 40 anos de uso seguro em mais de 160 países, sendo produzido e comercializado por diversas empresas. Só no Brasil, mais de 50 empresas possuem registro para a comercialização do glifosato.

No entanto, a Monsanto deixou muito claro em nossa visita, a sua preocupação no controle de qualidade de cada fase do processo, para que origine o melhor produto do mercado. Outra grande preocupação da empresa é com a proteção do meio ambiente, pois gastam milhões de dólares em processos que reduzem a emissão de gases poluentes, e ações que protegem o solo nos locais de extração do minério, bem como o lençol freático, evitando contaminação de água.
Na segunda parte da viagem, visitamos a estação de pesquisa do Serviço de Pesquisa em Agricultura do Ministério da Agricultura Americana (USDA), no município de Aberdeen. A mesma possui programas de pesquisa em melhoramento genético de milho, batata e pequenos grãos, como cevada, trigo, aveia, triticale. Para tal, possui um banco de germoplasma, como exemplo do Trigo com 59.462 amostras de sementes de 115 países diferentes, condicionados em câmara resfriada e com umidade relativa do ar baixa, para manter a semente viável.

Na última parte da viagem técnica, visitamos o Centro de Pesquisa em Biotecnologia da Monsanto, na cidade de Chesterfield, no estado de Missouri. Local no qual surgiram todas as tecnologias da empresa, como a soja RR, soja Intacta, milho Bt, milho RR, entre outras. O centro compreende 140 mil m² e inclui cerca de 250 laboratórios, 122 câmaras de crescimento de plantas e quase 5 ha de estufas. Estrutura com alta tecnologia em todos os processos, compreendendo desde o início com o mapeamento genético da cultura, até o melhoramento genético convencional através de cruzamentos, garantindo um produto final de alta qualidade e que venha suprir as necessidades dos produtores. Nesse sentido, o pesquisador da Monsanto, que nos conduziu na visita técnica, comentou que a preocupação da empresa para os próximos anos, e lançar cultivares cada vez mais tolerantes a estresses abióticos e resistentes a pragas, para que produtor rural utilize cada vez menos produtos químicos no cultivo.”