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22/03
Minha Vida Cotrisoja – Olário Schmitt

Minha Vida Cotrisoja – Olário Schmitt

O carismático associado acredita que é de pequeno que se aprende o amor pelo cooperativismo. E, assim como os pais são uma referência para os filhos, a Cotrisoja é para os associados.

Olário Schmitt, morador da localidade de Esquina da Sorte, interior de Victor Graeff, é sócio da Cotrisoja há 51 anos. Prestativo, querido por todos e sempre muito bem-humorado, o associado foi unanimidade no momento da indicação para esta reportagem: “O seu Olário é uma pessoa que sempre me ajudou. Aqui todos gostam muito dele. Cada vez que vem na unidade, a turma pede para ele contar uma piada. Então quando tínhamos que escolher alguém para participar da revista, todos concordaram que esta seria uma ótima indicação”, comenta o gerente da unidade de Victor Graeff, Alexandre Schaeffer.

Seu Olário, por sua vez, é só elogios para a Cooperativa: Durante todos estes anos como associado, sempre fui muito bem atendido. Tanto em Victor quanto em Tapera, a gente chega como se estivesse em casa. O diferencial da Cotrisoja está na segurança. Nunca corremos o risco de perder os produtos”. A esposa Iari complementa: Somos simples e a turma da Cotrisoja também é. Existe muita simplicidade e amizade e nós nos apegamos a eles”.

Durante a entrevista, o Gerente da Unidade faz uma observação: “os associados aqui da Esquina tem uma particularidade: eles trabalham tanto com a sede em Tapera, quanto com a unidade aqui em Victor. Desta forma, ficamos no compromisso de tentar trazer tudo para o associado. O que a sede disponibiliza, nós temos que oferecer também. Estamos sempre empenhados em atender cada vez melhor, principalmente para não deixar quebrar este vínculo que criamos com os associados. Me sinto orgulhoso ao ver o quanto a nossa unidade cresceu, evoluiu. E isso se deve aos associados que depositam muita confiança aqui. Quanto a família do seu Olário, percebo que todos se ajudam. Como é bonito ver a família trabalhando junto, se respeitando!”.

O associado fala também sobre a campanha Seja Mais Cotrisoja:Tenho a oportunidade de fazer bons negócios e ainda ‘corro o risco’ de ganhar uma viagem. Aliás, essas viagens o pessoal gosta muito, eu também gostei de ir para o Pantanal”.

Para o pai de Laério, Luiza e Cassiano, a família também é uma cooperativa: Costumo dizer que a família é uma microcooperativa. Muitas vezes precisamos ajudar os filhos, escorar eles, como se diz. Os filhos têm os pais e nós temos a Cooperativa como apoio, como porto seguro. A grande preocupação da nossa família é de não perder o que já possuímos. A pior coisa que existe é ter que se desfazer um bem para cobrir um negócio de não deu certo. A Cooperativa é diferente de uma cerealista. Todos os associados são tratados com igualdade. Por isso que nós nos sentimos bem lá, porque é jogo limpo. A pessoa que está na agricultura e que não está associado em uma cooperativa, merece levar um puxão de orelha. O meu pai foi um dos sócios-fundadores da Cotrisoja e ele me ensinou que é desde pequeno que devemos incentivar os filhos a aproveitar as vantagens que a Cooperativa oferece”.